
Quem acompanhou os meandros do metal nacional há uma década atrás recorda-se dos REQUIEM LAUS e da sua demo de estreia «Life Fading Existence». Com airplay em programas de culto, como o saudoso Lança Chamas, os madeirenses chegaram a ser apontados como uma certeza numa cena em crescimento mas ainda demasiado underground . Entre 94 e 2000, gravaram 3 registos de qualidade crescente mas, como em muitos outros casos, o tempo fechou-lhes as portas. Depois de um grande interregno, Miguel Freitas resolve reconstruir os REQUIEM LAUS e em boa hora o faz. Neste promo-CD comprova-se a força do quarteto insular através de 5 temas muito bem compostos e executados e que colocam a banda novamente na primeira linha da cena nacional com o seu Death Metal de cariz melódico, com algumas incursões de Doom e Black . È de assinalar a apresentação cuidada desta edição enumerada manualmente e a excelente faixa interactiva, completa com fotografias da banda, 2 vídeos recolhidos há algum tempo atrás, a respectiva biografia e ainda um bom apanhado fotográfico. Graças à qualidade sonora, comprovada em recentes actuações ao vivo, torna-se desejável a rápida aparição de um trabalho ainda mais apelativo e ambicioso. Mai-06 [ 7.5 ] |
Um dos trabalhos de estreia que mais interesse e impacto me causaram foi «Pure Therapy», uma mistura esquizofrénica de Black Metal com diversas sonoridades aparentemente não miscíveis. De projecto solitário, o vocalista e guitarrista Henning Ramseth (aka Zet) viria a reunir à sua volta uma série de músicos que, de certa forma complementar, trouxeram solidez à banda. Com poucas alterações no line-up que gravou «Escape», não é pois de estranhar que este novo registo pouco difira, em linhas gerais, do trabalho antecessor. As mudanças de tempo continuam uma constante numa imensa manta de retalhos sonora, por vezes quase industrial, por outras absolutamente dramática, mas na maior parte delas a linha condutora parece que simplesmente desaparece. Em termos vocais, Zet descarrega a sua ira esquizofrénica desenfreadamente e nem as suaves melodias do violino protagonizadas por Sareeta parecem conseguir apaziguar. Com mais tempo dedicado à composição e pela produção irrepreensível de Daniel Bergstrand, «Intra» apresenta-se com um excelente som, ao mesmo tempo que com o aumento de protagonismo dado a Sfinx, uma vocalista que incute um tom bem THE GATHERING ao resultado final, consegue-se estancar um pouco da loucura e caos que reinavam no disco de estreia. E isso se calhar é uma pena… Ago-05 [ 8 ] |
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RAMP - Nude / 2003
[ 7.5 ] |
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RAGE - Soundchaser / 2003
[ 9 ] |
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RE:AKTOR - Zero Order / 2003
[ 5 ] |
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RUNNING WILD – Live / 2002 - DVD
[ 8.5 ] |
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RAGE – Unity / 2002
[ 7.5 ] |
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ROTTING CHRIST - Genesis / 2002 [ 7.5 ] |
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RHAPSODY - Power of the Dragonflame / 2002 [ 7.5 ] |
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RUNNING WILD - The Brotherhood / 2002 [ 4.5 ] |
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RAM-ZET – Escape / 2002
[ 8 ] |
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ROB ZOMBIE - The Sinister Urge / 2001 [ 7.5 ] |
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RHAPSODY - Rain of a Thousand Flames / 2001 - EP [ 9 ] |